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23.04.2017

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«Noivo por Acaso», de Frederico Pombares, Henrique Dias e Roberto Pereira


Pour:23.04.2017

Ville: Porto

Où : Teatro Sá da Bandeira (TSB)

Espectáculo com texto de Frederico Pombares, Henrique Dias e Roberto Pereira, encenação de Henrique Dias, interpretação de Fernando Mendes, Carla Andrino, Jorge Mourato e Patricia Tavares, figurinos de Dino Alves, desenho de luz de Paulo Sabino, cenário de Rui Filipe Lopes.Vítor Moreira (Fernando Mendes) é um empreiteiro que é chamado para fazer um orçamento para uma obra de remodelação de uma empresa. Acontece que essa empresa não é uma empresa qualquer. Trata-se de uma agência matrimonial, facto que Vítor Moreira não sabia. E não só não sabia que era uma agência matrimonial, como também não sabia o que era uma agência matrimonial.O que supostamente seria um dia de trabalho normal, rapidamente se transformou no dia mais longo da vida de Vítor (e não só). Isto porque no dia e na hora em que Vítor vai fazer o orçamento, o dono da agência matrimonial está à espera de um cliente milionário (um português que é banqueiro em Nova Iorque), que por sua vez também está à espera de sair daquela agência já noivo, nesse mesmo dia.Vítor é confundido com o banqueiro e, por força das circunstâncias, terá de se fazer passar por ele junto do grupo de candidatas que o dono da agência já selecionou para o banqueiro escolher para sua futura mulher. Isto porque o dono da agência o alicia com uma boa quantia de dinheiro, proveniente das inscrições das candidatas.Ora, Vítor, como bom empreiteiro à portuguesa, adora dinheiro fácil, está disposto a tudo para não deixar escapar esta oportunidade. Acontece é que, com o passar do tempo, o dinheiro que parecia fácil, parece cada vez mais difícil. Isto porque as candidatas têm cada uma delas características e traços de personalidade muito próprios e vincados, e farão destas pequenas entrevistas um inferno para Vítor, que ainda para mais é casado e terá de esconder da sua ciumenta e possessiva mulher o que se está a passar, para estar a demorar tanto.E o plano que tinha tudo para acabar bem, vai complicando a cada minuto que passa, fazendo com que Vítor e o próprio dono da agência já se questionam se esta pequena/grande burla foi boa ideia.O problema é que depois de darem início à golpada, voltar para trás seria a pior opção. Assim, há que seguir em frente, mesmo que o caminho se aparente tortuoso. E sê-lo-á, com toda a certeza. A questão é: o crime compensa? E se compensar, a quem compensará? É uma questão de ir ver...

 

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«Yo-Yo» - Ana Manso


Pour:07.05.2017

Ville: Porto

Où : MAC de Serralves

'Yo-yo' é a primeira exposição individual numa instituição museológica da jovem pintora portuguesa Ana Manso. A mostra apresenta pinturas recentes e dois murais executados diretamente nas paredes da Galeria Contemporânea do Museu de Arte Contemporânea de Serralves – espaço que a artista observou meticulosamente e que durante algum tempo se transformou num seu ateliê temporário. As pinturas de Manso apresentam sofisticados jogos entre figura e fundo, opacidades e transparências e exploram as tensões entre abstração e figuração através do recurso a referentes concretos, que a artista recolhe das mais diversas fontes, desde pormenores arquitetónicos e decorativos que encontra na paisagem urbana, imagens recolhidas em revistas e livros, detalhes de pinturas e desenhos alheios.'Yo-yo' é organizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves e comissariada por Ricardo Nicolau, curador e adjunto da direção do Museu.Exposição integrada no programa Projetos Contemporâneos - uma plataforma dinâmica para a apresentação de obras de artistas, emergentes ou estabelecidos, que desenvolvem em diferentes disciplinas novas formas de arte relevantes para uma geração mais jovem.

 

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«A Time Coloured Space» - Philippe Parreno


Pour:07.05.2017

Ville: Porto

Où : MAC de Serralves

O Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta 'A Time Coloured Space' (Um espaço da cor do tempo), uma grande exposição do artista francês Philippe Parreno, a sua primeira mostra em Portugal. Comissariada por Suzanne Cotter, Diretora do Museu, a exposição ocupará todas as treze salas do Museu, estendendo-se pelos dois pisos e expandindo-se ainda para o Auditório.A exposição é estruturada segundo o modelo matemático da fuga e concebida em torno da ideia de contraponto, ou ritournelle, um princípio segundo o qual uma determinada passagem é repetida em intervalos regulares numa peça ou arranjo musical, para dar significado à composição. Regendo-se por um método semelhante, A Time Coloured Space é determinada não pelos seus 'objetos”, mas pela cadência e o ritmo do aparecimento destes. A exposição inclui alguns dos trabalhos mais emblemáticos de Parreno, criados desde os anos 1990 até aos nossos dias, assim como obras recentes concebidas especificamente para este contexto.Através da sua prática artística, Parreno tem redefinido a experiência da exposição, explorando as possibilidades desta como um 'objeto' coerente e um meio em si próprio, e não uma mera coleção de obras individuais. Para isso, Parreno concebe as suas exposições como um espaço com um guião, no qual se desenrolam eventos. Enquadrando-se no conceito filosófico de Gilles Deleuze expresso em Différence et répétition [Diferença e repetição] (1968), cada uma das treze salas da exposição é uma recorrência da anterior, diferenciando-se apenas pelas variações de cor e de disposição. Ao introduzir estas variáveis recorrentes, Parreno leva o princípio do ritournelle para além do seu entendimento musical, transportando-o para aquilo que Deleuze descreveu como 'uma repetição da diferença”. Como o passado e o futuro estão inscritos no presente, a exposição torna-se um autómato, uma fábrica onde são projetadas estas variáveis, uma forma de imitação que se transforma numa nova invenção.Entre os trabalhos apresentados encontramos Speech Bubbles (1997 até à atualidade), balões de hélio com a forma de balões de fala da banda desenhada. Vazios de palavras, juntam-se e pairam no teto do espaço que ocupam. A exposição inclui também Fraught Times: For Eleven Months of the Year it’s an Artwork and then December it’s Christmas (2008 -2016), uma série de esculturas em alumínio, moldadas como árvores de Natal.Também estarão expostos mais de 200 desenhos a tinta criados por Parreno entre 2012 e 2016, assim como o conjunto de serigrafias intitulado Fade To Black. O espaço será ainda pontuado por uma série de objetos de luz: AC/DC Snakes e Happy Ending.Uma obra recentemente incorporada na Coleção de arte contemporânea do Museu de Serralves - o espetacular trabalho de luz Marquee (cluster) - será instalada no foyer do Auditório. O Auditório do Museu será transformado numa forma de cinéma en permanence.

 

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«Chama Xamânica» - Otelo M. F.


Pour:15.04.2017

Ville: Porto

Où : Culturgest Porto

The exhibition 'Chama Xamânica' presents to a broad public and in a extensively way the work of Othello M. F., kept still relatively unknown although some amazing and appearances in Portugal or abroad (Algarve Visionário, Excêntrico e Utópico, Museu Municipal de Faro, 2010; Instruments of quasi-null consequence, Galeria Clages, Colónia, 2014; Interface Makonde e Oracular Spectacular, desenho e animismo, no Centro Internacional das Artes José de Guimarães, Guimarães, em 2013 and 2015, respectively; Le lynx ne connaît pas de frontières, Fondation D'Enterprise Ricard, 2015). In work of Othello M. F. (Almancil, 1974), whose artistic performance was made outside of any formal context, the drawing, sculpture and objects constitute the core of a work in which the performance and ritual are established as modes of driving energies, summon presences, articulate materialities. Animism, primitivism, shamanism, metamodernism, anthropocene are operational fields of knowledge summon by the artist in a work often driven by disappointment and by the sense of irreversible loss of a world in an environmental collapse (The damage is done) and who lost connections with the spirit of the land and the knowledge cultivated by the ancestors. Movement, metamorphosis, transience, development of ideas that don't have body, collect and reuse materials often treated as leftovers, in urban or natural context, establish links or unusual dialogues between materials and shapes, are keywords in a very wide practice, which states that 'the artwork serves to claim our spiritual existence'.

 

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«Álvaro Siza Vieira: Visões de Alhambra»


Pour:28.05.2017

Ville: Porto

Où : MAC de Serralves

Em 2011, o arquiteto venceu um concurso para a criação de um novo acesso e centro de visitantes para o complexo de Alhambra. Um conjunto de desenhos e esboços, maquetas e também cinco filmes mostrará aos visitantes aquilo que se pode considerar um dos mais importantes desafios da sua carreira. Esta exposição, anteriormente apresentada no Aedes Architecture Forum, Berlin (2014), no Vitra Design Museum, Weil am Rhein, Alemanha (2014), no Patronato de la Alhambra y Generalife, Granada (2015), no Nasjonalmuseet - Arkitektur, (2015) e este ano no Aga Khan Museum, Toronto (2016), apresenta os desenhos e as maquetas que o arquiteto produziu enquanto concebia aqueles equipamentos, permitindo um acesso privilegiado ao processo criativo do arquiteto.A Alhambra, localizada em Granada, Espanha, é um rico complexo palaciano e fortaleza que alojava a corte do Reino de Granada. Exibe alguns dos mais famosos elementos da arquitetura islâmica na Europa, juntamente com estruturas cristãs do século XVI e intervenções posteriores em edifícios e jardins. Álvaro Siza foi muito influenciado pelas visitas desde criança a Granada, e especificamente a Alhambra, principalmente pela sua particular fusão entre paisagem natural e artificial, pelas qualidades espaciais únicas dos seus pátios, a articulação singular de volumes, a importância dos jogos de luz e sombra.

 

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«Máscaras Contemporâneas: "Os Espectadores"» - Fernando Moreira


Pour:29.05.2017

Ville: Vila Real

Où : Teatro de Vila Real

Fernando Moreira (1968, Porto) é mestre em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É também actor, encenador e dramaturgo. Trabalhou em diversas estruturas de teatro, como Teatro Nacional São João, Teatro Nacional D. Maria II, TEP, Seiva Trupe, Visões Úteis, Panmixia, Culturgest, Teatro Académico Gil Vicente, entre outras. Trabalhou com os encenadores Ricardo Pais, Nuno Carinhas, Rogério de Carvalho, Nuno Cardoso, Giorgio Barbieri Corsetti, Júlio Castronuovo, Nuno M Cardoso, António Feio, Paulo Castro, Nino Mangano, Norberto Barroca, entre outros. Interpretou alguns dos clássicos da dramaturgia universal e vários autores contemporâneos. É co-fundador da Astro Fingido, Associação Cultural.

 

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«Projeto Sonae//Serralves - Haegue Yang: Parque de Vento Opaco em Seis Dobras»


Pour:04.06.2017

Ville: Porto

Où : MAC de Serralves

Para esta edição do Projeto Sonae//Serralves, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta 'Parque de Vento Opaco em Seis Dobras' da artista coreana Haegue Yang (Seul, 1971) nos jardins do Parque de Serralves. A obra expressamente encomendada é composta por cinco torres parcialmente arqueadas de dimensões variáveis construídas em tijolo e ligadas por meio de uma disposição geométrica de lajes. Ocupando uma área de cerca de 70 metros quadrados, este ambicioso complexo escultórico convida o observador a caminhar pela paisagem híbrida das suas múltiplas estruturas.A abordagem escultórica de Yang recorre ao traçado de geometria islâmica, nomeadamente a forma do hexágono, criado por uma subdivisão do círculo em seis partes, ou dobras, iguais. Unidades quadradas de 72 x 72 cm delimitam o espaço coberto pelas lajes e pelas torres de alturas variáveis construídas com tijolo de barro cozido, numa acumulação de configurações geométricas. Os três tons cromáticos diferentes dos tijolos contribuem para o esquema ornamental das torres e das suas fachadas interligadas. Embutidas no complexo construído por Yang há diversas espécies de plantas e vegetação, incluindo suculentas, heras e gramíneas, destinadas a crescer, trepar, florir e morrer ao longo de um ano que durará a presença da obra encomendada nos jardins de Serralves.

 

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«A Colecção no Palácio da Bolsa»


Pour:24.09.2017

Ville: Porto

Où : Palácio da Bolsa

In the decades of the 60's and the 70's, the artistic languages have undergone a paradigm shift. The sculpture was not exception. In this exhibition the works of Ângelo de Sousa, João Machado and Zulmiro de Carvalho report us to this reality. In this presentation of works from the Coleção Serralvesat the Palácio da Bolsa, some sculptures take over the ground, regardless of the plinth, other transmit us visible concerns with the ideas of seriality, industrial manufacturing and literality of technique (what we see is what we see). These elements are enough to realise that the Portuguese sculptors have submitted proposals which today confront us with the various pats that were making the art more and more direct in contact with the public, from pop art, english abstract sculpture, and american minimalism. This presentation is the result of a partnership between the Palácio da Bolsa and the Museu de Serralves de Arte Contemporânea no Portounder which works from the Serralves Collection are displayed in the historical interiors of the Palace.

 

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