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28.05.2017

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«Álvaro Siza Vieira: Visões de Alhambra»


Pour:28.05.2017

Ville: Porto

Où : MAC de Serralves

Em 2011, o arquiteto venceu um concurso para a criação de um novo acesso e centro de visitantes para o complexo de Alhambra. Um conjunto de desenhos e esboços, maquetas e também cinco filmes mostrará aos visitantes aquilo que se pode considerar um dos mais importantes desafios da sua carreira. Esta exposição, anteriormente apresentada no Aedes Architecture Forum, Berlin (2014), no Vitra Design Museum, Weil am Rhein, Alemanha (2014), no Patronato de la Alhambra y Generalife, Granada (2015), no Nasjonalmuseet - Arkitektur, (2015) e este ano no Aga Khan Museum, Toronto (2016), apresenta os desenhos e as maquetas que o arquiteto produziu enquanto concebia aqueles equipamentos, permitindo um acesso privilegiado ao processo criativo do arquiteto.A Alhambra, localizada em Granada, Espanha, é um rico complexo palaciano e fortaleza que alojava a corte do Reino de Granada. Exibe alguns dos mais famosos elementos da arquitetura islâmica na Europa, juntamente com estruturas cristãs do século XVI e intervenções posteriores em edifícios e jardins. Álvaro Siza foi muito influenciado pelas visitas desde criança a Granada, e especificamente a Alhambra, principalmente pela sua particular fusão entre paisagem natural e artificial, pelas qualidades espaciais únicas dos seus pátios, a articulação singular de volumes, a importância dos jogos de luz e sombra.

 

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«O Nosso Desporto Preferido: Futuro Distante», de Gonçalo Waddington


Pour:28.05.2017

Ville: Porto

Où : Teatro Carlos Alberto (TeCa)

Coprodução Teatro Nacional São João / São Luiz Teatro Municipal, com texto original e encenação de Gonçalo Waddington, interpretação de Carla Maciel, Crista Alfaiate, Gonçalo Waddington, Tiago Lima e Vânia Rovisco, cenário e figurinos de Ângela Rocha, música original de Bruno Pernadas, desenho de luz de Nuno Meira.Em 'O Nosso Desporto Preferido: Futuro Distante' mostramos o que serão, daqui a cem mil anos, os Seres Humanos de uma Civilização do Tipo 3. Consumidos pelo tédio, três mulheres e dois homens dedicam-se a esperar pela morte. Os seus corpos têm uma durabilidade cem vezes maior da que a dos seus antepassados, tempo não lhes falta. O seu único desejo é conseguir que uma mensagem que atravesse o Espaço-Tempo e alerte os seus criadores - no passado - para a tragédia que irão desencadear com as suas experiências. Entretanto, dedicam-se à compreensão da Filosofia, da Arte, da Religião e das Ciências humanas, sociais e políticas. Conversam e jogam badminton.

 

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«Música para (Pais e) Bebés»


Pour:28.05.2017

Ville: Vila do Conde

Où : Teatro Municipal de Vila do Conde

Music for babies is a space of interaction between parents and children in an artistic environment and controlled under the most rigorous educational requirements with regard to the introduction of the teaching of music at such a young age. It is a privileged moment of profound emotional and affective involvement that traverses the entire spectrum of the music and introduces in a balanced and playful form the elements needed to awaken the musicality, contributing to a greater interest in the culture, in the future, preparing the child to identify the respect for the other, the order, discipline, memory, intelligence and taste, in a symbiosis between the body language and the discovery of the sounds gestures and ways to approach children and parents in a practical way. Applying the latest methods of educational psychology babies begin their life having contact with art as a complement by excellence of their development. Intended only to babies from 1 year up to 3 years the music for babies will be an integral part of this adventure that is life.

 

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«104 Teclistas para Dona Helena»


Pour:28.05.2017

Ville: Porto

Où : Casa da Música do Porto (Cdm)

Começou no centenário de nascimento de Helena Sá e Costa e por cada ano que passa ganha mais um número. Chegamos assim aos 104. É a homenagem que não nos cansamos de prestar a quem tornou a música maior, e é a celebração que cresce de edição para edição, com jovens teclistas de todo o país tocando pela Casa, de manhã ao entardecer.

 

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Recital de piano por Christopher Park


Pour:28.05.2017

Ville: Porto

Où : Casa da Música do Porto (Cdm)

Vencedor do Prémio Leonard Bernstein em 2014, um galardão associado ao lançamento da carreira internacional de Lang Lang, Christopher Park foi nomeado pelas prestigiadas salas de concerto de Viena de Áustria para ECHO Rising Stars na temporada 2016/17. Com dois fantásticos discos editados pela editora Deutsche Grammophon, o pianista tem actuado nas salas de concerto mais importantes da Europa, fazendo a sua estreia na Fundação Gulbenkian (Lisboa) e na Casa da Música (Porto) em 2017.No seu recital, inserido no dia em que a Casa da Música presta homenagem a Helena Sá e Costa com uma maratona de recitais por jovens pianistas, o pianista alemão apresenta um programa de grande virtuosismo, incluindo a célebre Petruchka de Stravinski e as majestosas Variações sobre um tema de Handel, de Brahms.

 

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«Mar Sonoro» - Sofia Ribeiro


Pour:28.05.2017

Ville: Porto

Où : Casa da Música do Porto (Cdm)

Com pouco mais de uma década de carreira, Sofia Ribeiro é uma das cantoras portuguesas de maior projecção internacional. Conhecida pelo seu belíssimo timbre, versatilidade e capacidade de expressão, apresentou-se em palcos prestigiantes na Europa e Américas, tendo ganho vários prémios internacionais. Vive em Nova Iorque e foi recentemente convidada para ser artista residente no Carnegie Hall.'Mar sonoro' é o resultado da colaboração da cantora com o pianista e compositor colombiano Juan Andrés Ospina e conta com a participação de Petros Klampanis no contrabaixo e Marcelo Woloski na percussão. Neste novo álbum, Sofia Ribeiro revela o seu imenso potencial como cantora e compositora, reunindo diversas influências - do jazz à world music - com oito temas originais cantados em português e duas versões de fados de Amália, assim como adaptações de poemas de autores portugueses como Sophia de Mello Breyner e Fernando Pessoa.

 

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«Máscaras Contemporâneas: "Os Espectadores"» - Fernando Moreira


Pour:29.05.2017

Ville: Vila Real

Où : Teatro de Vila Real

Fernando Moreira (1968, Porto) é mestre em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É também actor, encenador e dramaturgo. Trabalhou em diversas estruturas de teatro, como Teatro Nacional São João, Teatro Nacional D. Maria II, TEP, Seiva Trupe, Visões Úteis, Panmixia, Culturgest, Teatro Académico Gil Vicente, entre outras. Trabalhou com os encenadores Ricardo Pais, Nuno Carinhas, Rogério de Carvalho, Nuno Cardoso, Giorgio Barbieri Corsetti, Júlio Castronuovo, Nuno M Cardoso, António Feio, Paulo Castro, Nino Mangano, Norberto Barroca, entre outros. Interpretou alguns dos clássicos da dramaturgia universal e vários autores contemporâneos. É co-fundador da Astro Fingido, Associação Cultural.

 

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«Projeto Sonae//Serralves - Haegue Yang: Parque de Vento Opaco em Seis Dobras»


Pour:04.06.2017

Ville: Porto

Où : MAC de Serralves

Para esta edição do Projeto Sonae//Serralves, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta 'Parque de Vento Opaco em Seis Dobras' da artista coreana Haegue Yang (Seul, 1971) nos jardins do Parque de Serralves. A obra expressamente encomendada é composta por cinco torres parcialmente arqueadas de dimensões variáveis construídas em tijolo e ligadas por meio de uma disposição geométrica de lajes. Ocupando uma área de cerca de 70 metros quadrados, este ambicioso complexo escultórico convida o observador a caminhar pela paisagem híbrida das suas múltiplas estruturas.A abordagem escultórica de Yang recorre ao traçado de geometria islâmica, nomeadamente a forma do hexágono, criado por uma subdivisão do círculo em seis partes, ou dobras, iguais. Unidades quadradas de 72 x 72 cm delimitam o espaço coberto pelas lajes e pelas torres de alturas variáveis construídas com tijolo de barro cozido, numa acumulação de configurações geométricas. Os três tons cromáticos diferentes dos tijolos contribuem para o esquema ornamental das torres e das suas fachadas interligadas. Embutidas no complexo construído por Yang há diversas espécies de plantas e vegetação, incluindo suculentas, heras e gramíneas, destinadas a crescer, trepar, florir e morrer ao longo de um ano que durará a presença da obra encomendada nos jardins de Serralves.

 

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